sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PÊPÊ



















Hoje não é um dia para se festejar, afinal de contas não teremos mais as brincadeiras e frases de efeito de Pepê “DA NASA”, ficamos órfãos do sorriso, do jeitão de “malandro”, do lançamento perfeito, da bola “parabólica procurante”, da falta bem batida, das gozações, do jeito de armar o time fechado “igual boca de bode”, do grito de “opera”, enfim de todas as formas que ele interagiu conosco nos últimos anos.

Já escrevi sobre Pepê, muitas vezes, sei que ele curtia, mas infelizmente hoje ele não vai ler.
Espero que ele esteja bem onde estiver, ele merece, era um camarada bom e fez amigos entre nós.

A você Pepê nosso agradecimento por nos deixar fazer parte da sua vida, que esteja com DEUS e que Ele conforte sua família e amigos, pois sabemos que no time lá de cima já esta escalado como titular, fazendo gols e lançamentos perfeitos e gritando “ Não mexe não, senão você me fode”.

Que DEUS te acompanhe e te acolha com carinho.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

NOSSO CRAQUE FOI CHAMADO PARA ATUAR EM OUTRO LUGAR

Pessoal.







É com tristeza que comunicamos o falecimento de nosso amigo e companheiro de pelada Pepe "DA NASA", ainda não temos informações a respeito mas assim que soubermos iremos fazer o comunicado aqui e em nossa página no facebook

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

EU SOU O MÁXIMO. SÓ QUE NÃO.



Sábado arrebentei a boca do balão. Havia muito tempo que não jogava tão bem e olha que o meu time não era tão bom quanto aos formados pela juventude que hoje domina a “Pelada do Rocha”.

Mas sabe aquele dia, que você joga tudo que sabe? Pois é, eu estava neste dia, correndo, fazendo lançamentos “a lá” Pepe da “Nasa’, defendo com unhas e dentes quando nosso time era atacado e francamente fazendo o que não fazia já há algum tempo na pelada, marcando gols simplesmente inacreditáveis, não sei se os goleiros adversários ficaram boquiabertos com minhas jogadas de classe, mas que levaram uma chuva de gols isso levaram.

Olha, só para ilustrar, um gol, que devia mandar fazer uma placa, de tão bonito que foi, que vou resumir como foi, pois ficaria até o sábado que vem, descrevendo como peguei a bola na saída de nossa área, fingi que ia chutar e o primeiro adversário tomou logo uma caneta, veio outro e com uma ginga de corpo, lá se foi o outro marcador. Neste momento já estava no meio de campo, fingi novamente que ia fazer o lançamento para a ponta esquerda e logo veio o marcador que ficou na saudade, pois tomou aquele chapéu que tira a medida. Avancei freneticamente em direção ao gol, olhei o posicionamento do goleiro adversário e chutei, a bola foi indo, foi indo e já escutava a torcida gritar meu nome, aquele que me é mais carinhoso,  Ró, Ró, e ai senti um baque, como se fosse uma entrada desleal, que mexeu com meu corpo todo, e para dizer a verdade, a imagem que vi, era inacreditável. O zagueiro tinha a cara da minha mãe e ainda dizia “ você não vai comprar pão não?.


 
Fazer o que né? Sonhar faz bem e alivia a alma.