terça-feira, 21 de maio de 2013

CRAQUES NO ESTALEIRO


 


A “Pelada do Rocha” vai perder momentaneamente a plasticidade, a elegância, a jovialidade e inapelavelmente os gols antológicos e especiais que estamos acostumados a ver nos últimos anos, sejam eles feitos ou perdidos e isso convenhamos abala as estruturas do já cambaleante futebol brasileiro.
Perder um craque às vésperas de um mundialito como seria a Copa das Confede Rela Ções, nos faz lembrar de momentos marcantes no futebol nacional quando em 62 Pelé não pode mostrar aos chilenos o craque que era pois sofreu uma distensão, ou então quando Romário foi cortado da seleção de 98 na França.
RelaGol fará companhia ao grande Rocha, que desde novembro passado vem se recuperando de uma cirurgia no joelho direito e vem encontrando dificuldades em recuperar sua forma (?) física.
Para alguns a ausência dos craques faz com que a realização da copa na Pampulha perca o sentido, principalmente se levarmos em conta que atualmente o nível da pelada já não é lá essas coisas e tudo leva a crer que se for realizado o evento sem a presença dos craques será um fracasso total.
Segundo fontes do “Na Sacada”, já corre solto nos corredores da FBPFS (Federação Brasileira de Peladeiros de Final de Semana), que a copa foi cancelada, faltando apenas a entrevista coletiva ser confirmada para apresentação das razões que levaram RelaGol a ser cortado neste momento em que atravessa sua melhor fase, impossibilitando-o de comparecer ao evento.
Finalmente esperamos que nosso craque retome logo sua rotina, que é fazer nossa alegria dentro e fora de campo e é claro se precisar estamos juntos.







segunda-feira, 13 de maio de 2013

NA SOMBRA, PORQUE FICAR NO SOL É FOGO.


Sábado fui matar a saudade na “Arena do Hamilton” e aproveitei para apitar alguns jogos dos excelentes (?) atletas da “Pelada do Rocha”, mas o que pude perceber que ainda falta alguma coisa para que o futebol apresentado seja considerado de alto nível e modéstia a parte falta a visão de jogo e a categoria do Rocha.
Pelo que pude perceber novos atletas estão se incorporando ao seleto grupo de jogadores, já tinha notícia que Paulo Renato (fogueteiro) já tinha mostrado um pouco de seu vibrante futebol na arena, tendo inclusive aplicado um chapéu no nosso presidente Hamilton na semana passada, coisa que duvidei, mas que foi confirmado pelo chapelado. Uma coisa que chamou a atenção de todos é a semelhança do “fogueteiro” com o imperador, não pelo futebol é claro, esse se parece com nosso craque da caneta Gilbertinho, pois o garoto das bombas gosta mesmo é de uma sombra.
Outro que fez sua primeira apresentação foi o Rodrigues e, diga-se de passagem, arrancou elogios de Clinton, Ricardo e Izalino deixando claro que os espirito corporativista não fica só fora dos gramados da arena, dizem as más línguas que daqui há algum tempo os coletes vão ser trocados pelas cores cinza e vermelho uma clara alusão a nossa grande corporação que é o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, já que são pelo menos quatro atletas que ali atuaram ou atuam.
Outro fato que chamou a atenção foi a presença da nova geração da “Pelada do Rocha” que contou com a participação de Luís “Amarildo” Felipe, Pedro e Nicolas da família Tatu, que correram muito e tentaram de todas as maneiras fazer com que fossem incluídos na lista de convocação para sábado que vem. Por falar em jovens promissores, gostaria aqui de deixar minha preocupação quanto a participação dos jovens atletas, que são muito bem vindas, mas que devemos tomar o cuidado de protegê-los e orientá-los quanto a jogadas mais ríspidas, pois todos sabemos que nessa idade não temos a noção de força e perigo e que podem em alguns momentos trazer riscos a saúde dos garotos. Portanto, entendo que antes de entrar em campo, devemos fazer com que entendam que por enquanto dividir ou entrar mais duro deve ser evitado.
No mais, quase tudo correu como esperado, poucos gols marcados, talvez pela ausência de nosso artilheiro RelaGol, que cumpria na oportunidade compromissos sociais e pela excelente atuação de nossos goleiros Toninho “bracinho de jacaré”, Graziane e Izalino, gerando inclusive reclamações do antes artilheiro “Berola” que ao final do espetáculo (?) reclamou que esta muito difícil de deixar sua marca diante da atuação deles.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

NÃO ERA O DIA DELES


Quando Petrônio, com seus mais de 30 anos de bagagem, centenas de cobranças de pênaltis, correu para a bola e perdeu aquele que seria o primeiro de sua carreira, era um aviso de que o final de semana não estava destinado aos craques. Com os deuses não se brinca, e se os craques soubessem interpretar os sinais dos deuses da bola, não teriam tentado contrariar a vontade daqueles que os escolheram para serem os magos dela. Não deu outra.
Poderia ter parado em Petrônio, mas seria uma injustiça muito grande, pois o craque poderia estar estigmatizado como "o craque que perdeu o gol da decisão da “Pelada do Rocha". Mas como disse antes, os deuses sabem o que fazem. E no domingo acabaram de demonstrar que contra seus desejos, ninguém pode.
D’allesandro do Internacional de Porto Alegre, Seedorf do Botafogo, Pato do Corinthians, Luís Fabiano e Ganso do São Paulo e para completar Lewandowski do Borussia Dortmund, todos senhores da bola, com aquela intimidade de chamá-la de "ôce", todos grandes craques da atualidade, tiveram o mesmo destino que Petrônio, foram marcados com estrela da má sorte e não converteram os pênaltis para as suas equipes. Alguns tiveram sua sina amenizada, pois suas equipes, mesmo com os pênaltis desperdiçados, se sagraram campeãs. Outros se conformaram rapidamente, mas Petrônio se mostrou abatido na hora da coletiva, inconformado de "manchar" seu longo curriculum com um pênalti perdido. Desolado, o craque disse estar sentido por jogar por terra o trabalho de uma temporada de seus companheiros, acenando até com a possibilidade de encerrar a carreira ainda esse ano.
Mas se o mundo do futebol é ingrato, também sabe ser justo, e seus companheiros saíram em defesa do craque, consolando-o, dizendo que quando ele bateu o pênalti, estava representado o grupo, portanto, o grupo perdeu. E além do mais, o que é um pênalti para quem já converteu mais de uma centenas deles.
A verdade é que Petrônio não se mostrou totalmente consolado, e foi visto à noite no CT da “Arena do Hamilton”, treinando penalidades com um goleiro da equipe júnior. Eu contei 238 convertidos em sequência, mas como tinha um "pessoalzinho" para sair, não fiquei mais para terminar a contagem.